
(Eu me Acerto – Zélia Duncan)
Eu me acerto e eu me aceito.
Lógico que é mais um post reflexivo pós-terapia!
Achava que seria mais fácil, que seria uma conversa onde ouviria da terapeuta o que pelo menos uma pessoa já me disse.
Achava que seria mais difÃcil, que teria vergonha dos meus pensamentos, da minha vida, do desconhecido.
Não.
Não é bem assim – pra mim.
É no tom certo, sabe?
Estou conhecendo mais as minhas fraquezas, os meus defeitos. Coisas que eu nem imaginava que poderiam fazer mal a mim e aos outros.
Acelerada, perfeccionista, quero tudo do meu jeito, quero tudo pra ontem, quero que tenham a mesma reação que eu teria, que pensem como eu.
Quando é que eu iria imaginar que isso tudo contribui pro furacão que às vezes passa e bagunça o roteiro todo?
Conhecendo o defeito, a fraqueza, fica mais fácil. Fácil em termos, porque dá trabalho. Não é fácil a palavra, é melhor. Isso! Fica tudo melhor quando conhecemos o que precisa de um ajuste.
É, eu jamais serei a mesma.



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