Ano novo, vida totalmente nova. E agora?
Mesmo chegando aos vinte e seis anos não sinto pressa. Senti pressa a vida inteira, sempre preocupada com o que vai acontecer e no final das contas vinha tudo diferente, isso só servia pra me deixar aflita.
Não quero ficar de braços cruzados, vou me organizar e fazer tudo que tem que ser feito mas no tempo certo. Não coloquei filho no mundo pra outra pessoa criar, quem vai fazer isso com a Larissa sou eu e fim.
Onde iremos morar, com quem iremos morar, se e quando irei trabalhar, se e quando irei estudar, tudo isso cabe a mim e não quero mais dividir com ninguém. Acabou essa história de me abrir tanto como fiz em 2011.
Tenho um batizado para organizar, uma festa de 1 ano para me programar, dia-a-dia com a bebê mais linda do meu mundo e no momento isso é prioridade!
Minha filha não terá meses para sempre, não será tão dependente de mim para sempre, e eu quero me doar o máximo que puder. Sim, eu me sinto bem assim, vivendo pra ela e por ela e é o que eu quero e vou fazer.
2012… nada de listas, nada de planos, vamos viver um dia de cada vez e fazendo o melhor que posso entre a hora que acordo e a hora que vou dormir.
Vocês devem lembrar que eu já estava com um pé atrás para deixar meu blog aberto, né? Não sei ser 8 ou 80, quando começo a escrever não consigo parar! Logo, minha vida fica na medina e ainda coloco fotos para contribuir.
Minha preocupação começou quando pensei no dia do nascimento da Larissa.
Minha preocupação aumentou com os últimos casos de loucas fakes nesse universo surtado materno.
A última foi a senhorita Lu do blog dekinhoelequinha.blogspot.com (que foi deletado porque neguinho é louco mas não é burro / mas no Google Reader ainda tem os posts dela), que precisa correr logo pra um psicólogo, psiquiatra e tô falando sério, viu?
Ela visitava meu blog, comentava e, como a maioria, tinha também o seu espaço. Pena que as fotos eram roubadas de uma famÃlia que ela trabalhava como babá e não foi a primeira vez que ela fez isso.
Mais detalhes sobre o bapho, é só clicar aqui.
Depois disso tudo e de algumas pesquisas, resolvi privatizar parte dos meus posts quando eu julgar necessário. Então, para ler o post inteiro, preciso que o interessado registre-se aqui no blog. O primeiro acesso depende da minha aprovação então quem eu não conheço, por favor, identifique-se antes!
Ah, daqui pra frente posts pessoais, fotos, e foto da Larissa serão nesse sistema! Espero que compreendam, essa é a minha última tentativa de ter um blog pra compartilhar meu dia-a-dia com as pessoas que eu amo e estou geograficamente longe, principalmente minha famÃlia. 
Ah, o e-mail de confirmação à s vezes vai para Spam, Lixo Eletrônico… 
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Abri essa página em branco sem saber o que escrever. Ainda não adicionei tÃtulo, categoria, coisas que faço antes do post em si.
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O programinha de fim de tarde nesses dias frios de cobertor tem sido assistir House desde o inÃcio. Estamos no segundo dvd da segunda temporada e certos casos fazem com que eu reflita um pouco. Ou demais, né? Estou até escrevendo um post sobre isso…
Não espero que alguém entenda o que vou escrever, são poucas as pessoas que entendem meus posts subjetivos. Mas, por favor, não escrevam bobagens, pois alguns assuntos são sérios e complexos demais pra mim.
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Nem sempre ficamos entre o bem ou o mal. Bom ou ruim. Bonito ou feio. Legal ou chato. Às vezes precisamos decidir entre o belo e o tão belo quanto. O legal e o tão legal quanto. Escolhas não são fáceis na maioria das vezes e essa é a parte mais complicada da vida adulta. E não basta estar na faixa etária, tem que ter amadurecimento pra ser chamado de adulto!
Quando escolhemos algo, é porque preferimos esse algo a outro. Deixamos o outro de lado, descartamos. E precisamos ter confiança e seguir em frente, sem olhar o que deixamos de viver, ou sentir, ou fazer.
– Coragem, rapaz!
Deve ser uma honra ser escolhido. Ser a prioridade na vida de alguém. Aquele algo essencial que o outro não pode viver sem. Na vida de quantos vocês são o número 1?

Veja somente o lado positivo das pessoas. O amor nos faz ver o lado positivo das pessoas. Quem vê apenas o lado negativo dos outros cria um inferno para si próprio. Todas as pessoas têm o lado positivo e o negativo, possuem qualidades e defeitos. E, quando reparamos nos defeitos, estes parecem manifestar-se de modo mais acentuado.
DifÃcil. Mas eu tento, juro!
Tem hora que o sangue sobe (como ver um ser te copiar em tudo que você faz). Mas aà a paz retorna e eu penso: "Devo ser muito boa pra alguém querer ter a minha vida. Isso aÃ, sou phoderástica!". Pronto, tudo volta ao normal.
bazinga
Bem, deixando as espetadas de lado >.< , eu tento fazer dessa lição um exercÃcio diário.
Todos possuem defeitos mas às vezes eu me pego focada só nisso e esqueço as qualidades. Já tem um tempo que eu decidi mudar e hoje eu vejo o quanto consegui.
É maravilhoso olhar o lado positivo de tudo! Mesmo que seja difÃcil enxergá-lo num primeiro momento, ele existe.

Cheguei num momento da minha vida que surgiu uma ponte no meio do caminho. E é uma passagem complicada, pois ela já está muito desgastada, faltam algumas tábuas para compor sua estrutura. As tais tábuas que caÃram são os sonhos que ficaram perdidos e tornaram-se apenas ausência.
Permanecer deste lado é me contentar com o básico, vivenciar situações que não são minhas, problemas que não me pertencem.
Caminhar por esta ponte tão perigosa exige a recuperação dos sonhos tábuas e a confiança que ficarão firmes como antes.
Do outro lado está a vida que eu sempre desejei, no lugar e com a pessoa que eu sempre quis.
[...]
Dúvidas, dúvidas e dúvidas.
Se eu tivesse alguma certeza atravessaria até a ponte invisÃvel, contando somente com a fé que ela se encontra lá.
"- Podes dizer-me, por favor, que caminho devo seguir para sair daqui?
- Isso depende muito de para onde queres ir – respondeu o gato.
- Preocupa-me pouco aonde ir – disse Alice.
- Nesse caso, pouco importa o caminho que sigas – replicou o gato." Lewis Carroll -Alice no PaÃs das Maravilhas
Taà o diálogo que senti tanta falta em Alice de Tim Burton. Acho a maior lição que a história passa. É que eu descobri que antes de qualquer coisa preciso escolher o que quero, pra depois pensar em como chegar lá.
Parece óbvio mas não é. 
Muitas vezes quis percorrer um caminho lindo, com flores, uma paisagem agradável e assim chegar em algum lugar. E se você me perguntasse "mas pra onde você quer ir, Talita?" eu iria parar, pensar e fazer aquela cara de "boa pergunta!".
Agora eu já sei dizer o que não quero fazer, pra onde e com quem não quero ir.
Faço planos curtos. 24 horas é meu prazo máximo. E se não consegui resolver hoje, tudo bem, ninguém vai morrer por causa disso.
Não cobro tanto de mim e tento cobrar menos do outro.
Quem sabe, mais cedo ou mais tarde, as nossas vidas se encontrem novamente?



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